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deepseek-harness-mobile
frederico-kluser/deepseek-harness-mobile
Plugin Cordis para o DeepSeek Harness v0.1: interceta a camada HTTP (auth barrier sobre o fallback da Web UI) e orquestra subprocessos de longa duracao com ciclo de vida reversivel.
Instalar
dsh plugin --profile web add github:frederico-kluser/deepseek-harness-mobileREADME
dsh-guarded-bot-orchestrator
Usa o teu próprio DeepSeek Harness pelo celular — a Web UI inteira, para codificar de verdade — sem nunca alargar o bind para fora do loopback: o túnel termina em 127.0.0.1, a senha é gerada pela máquina, e ligas e desligas o acesso pelo Telegram.

Instalação (uma linha)
dsh plugin --profile web add dsh-guarded-bot-orchestrator
Modelo de ameaça, em 5 linhas — antes de qualquer feature
Este plugin expõe, por escolha, um agente que executa código na tua máquina. Antes de continuares, lê isto:
- O TLS termina na borda da Cloudflare. O texto claro (prompts, código, respostas) passa por um terceiro — é o que permite WAF/Access/cache. Não é ponta-a-ponta.
- A URL do túnel é pública e não é segredo. Quem protege é a credencial, não a obscuridade do endereço.
- Cloudflare Access não pode ficar na frente de um quick tunnel. Sobre
*.trycloudflare.comtoda a autenticação tem de estar dentro da aplicação.- O quick tunnel não tem SLA — é "intended for testing and development only".
- Isto não é "seguro por padrão sem pensar". Reduzimos a superfície, autenticamos e demos-te o botão de desligar; não eliminámos a categoria do risco.
Detalhe e o que cada mitigação faz:
docs/THREAT-MODEL.md.
Modelo de segurança (o que o código garante de facto)
Leitura honesta das garantias — cada linha aponta para o código que a cumpre; nada aqui é "seguro por padrão sem pensar", é redução de superfície e autenticação.
| Propriedade | Como |
|---|---|
| O bind nunca é alargado | assertSecureBind recusa 0.0.0.0/:: no carregamento, com falha ruidosa (src/config/bind.ts) |
| Toda a superfície HTTP exige credencial | /api, o fallback da SPA e o handshake de WebSocket passam pelo mesmo portão (src/http/gate.ts) |
| Origem e Host vêm primeiro | trustedRemotes (403 sem credencial) e Host byte-a-byte contra DNS rebinding, antes da credencial — ordem é contrato (src/http/gate.ts:15, src/http/host-header.ts) |
| Senha gerada, nunca guardada em claro | CSPRNG 256 bits, apresentada uma única vez (texto + QR); em disco fica só o digest SHA-256, ficheiro 0600 (src/secret/*) |
| Senha nunca passa por canal remoto | entrega local (terminal/QR) ou token de uso único impresso no stdout do arranque — nem Telegram, nem túnel (invariante SEC-14) |
| Força bruta tem teto | a 5ª falha começa a atrasar; 100 falhas acumuladas derrubam a exposição (modo restrito), só o loopback passa e o reiniciar não o contorna (src/ratelimit/**) |
| Comparação de segredo em tempo constante | digest em tempo constante, com prova estatística na suíte (src/http/auth-basic.ts, test/security/timing-constante.test.ts) |
danger-full-access vetado | elevação proibida recusada como defesa em profundidade (src/permissions/deny.ts) |
| Só o dono pareado comanda o bot | allowlist de from.id do Telegram (worker/auth/allowlist.ts) |
| O que NÃO se garante | o TLS termina na borda da Cloudflare (texto claro passa por lá); a URL do túnel não é segredo; prompt injection continua aceite — decisões de desenho em docs/THREAT-MODEL.md §4 |
A tensão central, dita por nós antes que digam por nós
O projeto foi construído para travar o DSH em loopback. Este plugin também o expõe pela internet. Parece contradição — e a formulação honesta é esta:
O bind continua em
127.0.0.1. O que muda é que passa a existir um processo filho supervisionado (cloudflared) que leva o tráfego da borda da Cloudflare até esse loopback. Não é o mesmo que--host 0.0.0.0: o socket local nunca é alargado, a exposição é opt-in, efémera e revogável em um comando; e a barreira de autenticação continua no processo, no mesmo lugar, a proteger/api, o fallback da SPA e o handshake de WebSocket.O que não muda: a superfície de ataque lógica cresce. Antes, um atacante precisava de acesso à máquina; agora precisa da senha. Trocámos "inalcançável" por "alcançável e autenticado". Essa troca é reversível a qualquer momento pelo botão de desligar.
Quem não aceitar esta troca deve usar Tailscale ou SSH — e dizemo-lo com mais calma em docs/TUNNEL.md e na secção "Quando NÃO usar" abaixo.
O que faz (e porquê)
- Guarda o plano de controlo HTTP. Exige credencial em
/api, no fallback da SPA e no handshake de WebSocket; recusa endereços de bind fora do loopback no carregamento; e recusa permissões proibidas (danger-full-access). Resolve a superfície da discussão upstream #853. - Gera a senha pela máquina (CSPRNG, 256 bits) e entrega-a uma única vez no terminal (texto + QR). Em disco fica só o digest. A senha nunca passa por canal remoto.
- Suba um túnel efémero para acederes pelo celular, com TTL que o derruba sozinho e um probe fail-closed que impede um túnel "nu" (sem portão atrás).
- Ligar/desligar pelo Telegram ou painel — o botão de matar na mão.
Cada promessa destas aponta para a linha de código que a cumpre: ver docs/ARCHITECTURE.md.
Como flui um pedido (arquitetura em 8 linhas)
Telemóvel (navegador)
│ abre https://<subdomínio>.trycloudflare.com/?key=<senha> (lê o QR do terminal)
▼
❨ Cloudflare edge ❩ TLS → HTTP/2 → WebSocket ; o TLS termina AQUI (texto claro passa pela borda)
▼
cloudflared — quick tunnel (conexão de saída apenas, sem conta, sem SLA)
▼ http://127.0.0.1:3080 (o túnel termina no loopback; o socket local NÃO é alargado)
plugin (portão)
│ exige credencial em /api, no fallback da SPA e no handshake de WebSocket
│ 403 origem/ Host fora da allowlist · 401 sem credencial · 200 com sessão
▼
DeepSeek Harness Web UI — bind travado em 127.0.0.1 (nunca 0.0.0.0)
O que o diagrama esconde e é decisivo: a senha é gerada pela máquina (CSPRNG, 256 bits) e
entregue uma única vez em texto + QR; em disco fica só o digest. A recusa de bind fora do
loopback acontece no carregamento, com falha ruidosa — ver o mapa de módulos em
docs/ARCHITECTURE.md.
Quickstart (5 comandos)
# 1. instala o plugin (uma linha; ativa o manifesto de Bundle automaticamente)
dsh plugin --profile web add dsh-guarded-bot-orchestrator
# 2. corre o DSH
dsh web
# 3. no terminal: guarda a senha que apareceu UMA vez
# (se quiseres, segue docs/ONBOARDING-TELEGRAM.md para ligar o bot)
# 4. confirma que o portão está ativo (tem de dar 401)
curl -s -o /dev/null -w '%{http_code}\n' -X POST http://127.0.0.1:3080/api/commands/execute
# 5. para desligar/desinstalar
dsh plugin remove dsh-guarded-bot-orchestrator
examples/minimal é um exemplo mínimo instalável com o critério de aceite documentado (401 sem credencial / 200 com credencial / nenhum processo no fim).
Quando NÃO usar isto
- Time / multiusuário. É um plugin de dono único: uma allowlist de
from.iddo Telegram e uma credencial. Não há RBAC nem auditoria multi-tenant. - Produção / uptime. O quick tunnel é, nas palavras da própria Cloudflare, "intended for testing and development only" e "We don't guarantee any SLA or uptime".
- Quem precisa de compliance. O TLS termina na borda da Cloudflare; o texto claro passa por lá. Não é E2E.
- Quem quer "seguro por padrão sem pensar". Isto não existe aqui. Estás a expor um agente com shell; o plugin reduz superfície e entrega o kill switch, não elimina a categoria.
- Máquina corporativa.
trycloudflare.comtem reputação de malware documentada e muitas redes/EDRs bloqueiam ou sinalizamcloudflared.
Alternativas (comparação honesta)
Nenhuma alternativa é apresentada como ruim; várias são melhores em vários eixos. O valor está na combinação, não em vencer item a item.
| Alternativa | O que faz melhor | O que custa | Quando escolher em vez deste plugin |
|---|---|---|---|
| Tailscale (+ Funnel) | Rede privada real (WireGuard), identidade por dispositivo | Instalar cliente no celular e conta | Quase sempre, se aceitas instalar o cliente |
| ngrok | Ergonomia imediata; auth na borda no plano free (o quick tunnel não tem) | Limites free; URL muda | Quando queres auth de borda hoje |
| SSH + tmux | Sem superfície HTTP nova, E2E de verdade | Não é a Web UI; código no celular é castigo | Quando só precisas de ver log e matar processo |
| code-server / VS Code tunnels | Editor completo no browser | Não é o DSH; roda em paralelo | Quando o objetivo é editar ficheiro, não conduzir o agente |
dsh-webui-auth | Autenticação da WebUI no transporte | Só autentica; sem túnel, sem bot, sem liga/desliga | Se só queres autenticação, usa ele |
| Named tunnel + Cloudflare Access | Auth antes de chegar à tua máquina | Exige domínio com DNS na Cloudflare | Sempre que tiveres domínio (caminho superior) |
| Nada (loopback puro) | Risco zero de exposição | Não usas do celular | Sempre que não precisares mesmo |
Em suma: isto não é "mais um túnel" — é o fluxo completo de um dono só (onboarding → senha → túnel efémero → link no celular → botão de desligar), com o bind travado em loopback.
Compatibilidade
Faixa suportada do upstream @deepseek-ai/dsh: 0.1.0-rc.7 .. 0.1.1-rc.1 (política N/N-1). A tabela completa — versão do plugin × faixa de rc × status — está em docs/COMPATIBILITY.md, que é gerado de dsh-compat.yml (nunca editado à mão).
Atenção ao registry: a tag
latestdos subpacotes@deepseek-ai/dsh-*aponta para a publicação mais antiga, não para a mais recente. Fixa a versão explicitamente.
Validação end-to-end (o que a suíte prova de verdade)
Matriz de alto nível a partir das suítes reais do repo — test/e2e/**, test/security/**, test/integration/**
— referidas por ficheiro. São verificações que o CI corre, não promessas; o detalhe de cada nível e como correr
está em docs/TESTING.md.
| Check | Expected | Onde está verificado |
|---|---|---|
curl sem credencial a /api/commands/execute | 401 (o portão dispara; o despacho original não é alcançado) | test/integration/http/barreira.test.ts + a ordem origem → Host → credencial em test/security/panel-exemptions.test.ts |
| Com sessão válida (cookie) ou Basic Auth | 200, resposta vem do despacho original | test/e2e/tunnel-cycle.test.ts |
| Pedido pela URL do túnel sem credencial | 401 com WWW-Authenticate; após stop, o mesmo pedido devolve 403 e o direto ao loopback 401 | test/e2e/tunnel-cycle.test.ts (discriminador 401/403) |
Handshake de WebSocket de origem estranha (ex.: https://evil.com) | recusado — allowlist exata de Origin (CWE-1385) | test/security/websocket-origin.test.ts |
Rota contornada (/..//api, %2e, barras duplicadas, /__guard/API/login) | uniforme 401/403/404, nunca pass-through | test/security/path-bypass.test.ts (ADV-001..020) |
Host que não é o publicado / DNS rebinding | 403 no perímetro, byte-a-byte | test/security/host-header.test.ts, test/e2e/tunnel-cycle.test.ts |
| 100.ª falha de força bruta | modo restrito acende, persiste após reinício, credencial pelo túnel negada e a do loopback passa | test/security/nist-ceiling.test.ts |
| Segredo a vazar (logs, respostas, frames IPC, payloads do Telegram, env, state) | canário por valor falha se vazar | test/security/secret-leak-canary.test.ts (ADV-050..059) |
| A comparação de segredo vaza tempo? | prova estatística de tempo constante | test/security/timing-constante.test.ts |
| Ciclo completo do túnel com processos reais | start → READY → 401/200 pela URL → stop → 403, sem processo órfão | test/e2e/tunnel-cycle.test.ts (T6.1) |
Honestidade sobre o que esta matriz não é: o e2e usa um fake-cloudflared e uma borda
falsa — nenhum byte sai de 127.0.0.1 no CI, por construção. A re-confirmação através da borda
e da rede reais é a suíte test/live/** (DSH_GUARD_LIVE_TESTS=1), opt-in e fora do gate —
ver docs/TESTING.md §5.
Desinstalar e reverter
dsh plugin remove dsh-guarded-bot-orchestrator
Deixa zero processos remanescentes e a Web UI volta ao comportamento original. Para apagar também a senha, o pareamento e o estado local: remove ~/.dsh/guarded-bot. Detalhe em docs/INSTALL.md.
Docs
docs/INSTALL.md— instalação passo a passodocs/ONBOARDING-TELEGRAM.md— conectar o bot e pareardocs/EXPOSURE.md— o que muda quando o túnel sobedocs/TUNNEL.md— quick vs named, TTL, modelo de ameaça do transportedocs/THREAT-MODEL.md— atacante, mitigação, o que não mitigadocs/TROUBLESHOOTING.md— sintoma → causa → o que fazerdocs/ARCHITECTURE.md— costuras Cordis e mapa de módulosdocs/TESTING.md— como rodar cada nível de teste
Contribuir e reportar
- Encontraste uma vulnerabilidade? Não abras issue pública. Lê
SECURITY.mde usa o canal privado lá descrito (Private Vulnerability Reporting ou e-mail). - Queres contribuir?
CONTRIBUTING.mdtem o ambiente em quatro comandos, os níveis de teste e o que nunca é aceite num PR. - Código de conduta:
CODE_OF_CONDUCT.md.
Licença MIT — LICENSE. O DeepSeek Harness a montante também é MIT.